quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Atividade 1: Vídeo viral

Nissim Ourfali, o fenômeno

O vídeo que deveria homenagear o garoto Nissim Ourfali em sua festa de Bar Mitzvah se tornou um fenômeno de views no YouTube. O curioso é que é um tipo de vídeo bem comum, o de festas de Bar Mitzvah. Como o vídeo e sua produção em si causou muita estranheza no público que assistiu, grande parte assistiu em posts dos blogs Não Salvo e Jesus Manero, o vídeo teve uma enormidade de views.

A internet enquanto mídia possui algumas características, que são observáveis neste viral.

Velocidade: após ser postado o vídeo, no mesmo dia, os blogs Não Salvo e Jesus Manero publicaram este vídeo, fazendo com que o mesmo tomasse proporções incríveis.

Interatividade: o vídeo, à medida que se espalhava, terminou gerando centenas de comentários nos blogs e milhares de comentários no YouTube.

Hipertextualidade: uma vez que blogs tão populares postaram o vídeo, qualquer coisa que tenha o nome do Nissim e qualquer coisa relacionada ao viral tornaram-se fáceis de ser encontradas em diversos locais da rede.

Memória: o vídeo ficou popular de uma maneira que se tornou inevitável que diversos canais do YouTube reproduzissem o viral, tornando o mesmo ainda mais presente na memória da internet. E, devido ao poder de memória da internet, volta e meia os meios de comunicação ou alguns canais da internet acabam por relembrar o vídeo e por procurar Nissim Ourfali (memória é tão importante que já faz três anos do vídeo e nós ainda lembramos do rapaz).

Hipermidialidade: o viral utiliza de efeitos visuais bem chamativos, além de usar música conhecida, parodiando-a. Todos estes recursos acabaram por aumentar o potencial viral do vídeo.

Todas estas características se interligam no momento em que um vídeo se torna viral. Cada uma delas é importante e vital para o processo de viralização. A falta de alguma(s) dela(s) pode ser determinante para um vídeo ser viral ou não.


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